"E que fique claro que nada nem ninguém me faz gozar como o BDSM."
Pensando na frase acima foi que resolvi um contar um sonho que tive outro dia. Mas antes deixa eu só explicar o poder que o BDSM tem sobre mim. Eu gozo assistindo videos sem precisar me tocar. É foda. Alguém ai também é assim com algum fetiche? Os videos de inversão não me provocam isso, embora eu goste muito de um belo rabo masculino, mas os de disciplina domestica me causam grandes orgasmos. E tudo é um conjunto, os detalhes fazem toda diferença. As fotos e os contos me arrepiam também, mas não como os videos. Dito isso vocês devem imaginar como eu acordei depois desse sonho, né. Vamos a ele.
Eu estava com meu namorado baunilha em um carro dirigido por ele depois de beber umas e outras. Até que nos deparamos com uma blitz de lei seca e me implorou que eu dirigisse o carro. Eu aceitei com certas condições. Ele levaria uma surra naquela noite e me daria o rabo depois. Na hora ele assustou mas pra minha surpresa aceitou. Depois da blitz estávamos em casa e mandei ele tomar banho e se preparar para a punição. Quando ele voltou só de cueca e assustado mandei ele deitar no meu colo e esquentei sua bunda com minhas mãos e depois dei trinta cintadas na sua bunda nua enquanto ele chorava de soluçar. Por fim eu iria meter um lindo plug na sua bunda mas como era primeira vez introduzi meus dedos. Nesse momento eu acordei quase com um orgasmo e puta por que queria muito continuar o sonho até ver ele gozando.
Bom o sonho foi esse, muito nítido, muito intenso, muito forte. Faz tempo que não apareço por aqui. Mas a vida anda mesmo corrida. Eu queria ter escrito sobre ele a mais tempo, com mais riqueza de detalhes mas essas foram as imagens que consegui guardar. Espero que gostem. Assim que der publico um novo conto. A cabeça anda cheia de ideias mais o tempo não me deixa colocar em pratica.
Site dedicado a contos e histórias reais com o tema BDSM. Só para pessoas adultas. Pedofilia é um crime repugnante e não será tolerado aqui. Quem quiser me mande histórias pelo e-mail (dominadoracf@hotmail.com) e depois de avaliado eu publicarei aqui, dando o devido credito ao autor. Criticas desde que construtivas serão bem-vindas assim como elogios.
domingo, 2 de abril de 2017
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017
Votação
Chinelo
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96 (93%)
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Mãos
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2 (1%)
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Colher de pau
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3 (2%)
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Cinto
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18 (17%)
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Vara
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3 (2%)
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Chicote
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17 (16%)
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Outros
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1 (0%)
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Assim ficou a última votação no blog.
Como imaginei a maioria gosta mesmo do bom e velho chinelo.
Se o tempo colaborar essa semana deve ter dois contos novos aqui pra vocês.
E já estou pensando na próxima enquete.
quinta-feira, 24 de novembro de 2016
Detalhes que fazem a diferença
Recebi de um amigo e gostei.
Frases DD
Frases DD
"Hj eu te arranco o couro até você aprender!"
"Vai levar uma surra de ficar sem bunda!!"
"Quero ver vc conseguir tomar banho depois da surra que vou te dar quando chegarmos!"
"Vc vai apanhar tanto, mas tanto com esse chinelo de couro, que vai dar até dó "
"olha bem p/ esse chinelo, pq vc vai sonhar com ele de tanto que vou te bater"
"Quero ver vc marcado de tamanco por uma semana!"
"Deixa eu te pegar! Vou te deixar roxo de tanto bater"
"Chora mesmo, pq vai tomar uma surra de correia dia sim dia não...até aprender a não me responder!"
"Vou te entortar na chinelada!"
"Vou dar tanta chinelada nessa bunda ......!"
"Vou te fazer chorar de soluçar, nem que eu tenha que te deixar em carne viva!"
"Trate de debruçar na cama e abaixe as calças. Vai aprender no relho hj!"
"Cala a boca se não quiser tomar com o chinelo na cara"
"vai falar ou vou ter que soltar essa língua na chinelada?"
"ai se eu descobrir que vc andou aprontando moleque!!"
"Vc tá é merecendo uma bela de uma surra isso sim!"
"ENTRA!!! TÔ MANDANDO!"
"levanta do chão q eu não acabei! vc vai apanhar mais"
"se vc me aprontar de novo.....eu vou te cortar na correia sem dó"
"repete o que vc disse para ver se não te abro ferida com esse chinelo"
"trate de pedir desculpas de joelhos moleque! ou vou precisar de fazer ajoelhar no chicote?"
Fonte: Internet
Mandem mais pelos comentários.
Depois faço um das frases que gosto de ouvir.
domingo, 6 de novembro de 2016
sábado, 5 de novembro de 2016
Surra na ressaca
Paulo virou-se pro seu colega no bar e disse baixinho que precisava ir porque iria apanhar da esposa quando chegasse em casa. Seu colega riu. Não ri, não cara, juro que é verdade, disse ele. Já eram duas horas da manhã, ele estava bêbado e não tinha avisado sua bela Ana sobre esse seu pequeno happy hour com seus colegas de trabalho.
Quando chegou Ana lhe esperava na sala com cara de poucos amigos. No dia seguinte foi acordado as 7 da manhã com um belo balde de água fria, estava nú, dormindo no chão do quarto e sua bunda ainda ardia, não se lembrava da noite mas sabia que tinha apanhado e o castigo não havia terminado por ai, estava de ressaca, sua cabeça pesava uma tonelada e seu estômago parecia que iria sair pela boca, mas Ana era severa e não daria colher de chá. Sentiu um chute, levanta vagabundo, tem uma casa inteira te esperando pra faxina e quero meu almoço servido ao meio-dia, as sete tudo deve estar limpo, você de banho tomado e meu jantar na mesa, e depois teremos uma conversinha no quarto. Ordens dada, era hora de levantar e assumir as consequências de seus atos, sabia que a noite a surra viria, odiava apanhar mas entendia que era pro seu próprio bem, sabia que Ana o punia por que o amava e ele se sentia seguro com isso.
Passou o dia tenso, a ressaca o matava, o cansaço o consumia, o desejo ardia, o medo o alimentava. Ana o provocava o tempo todo, deixando ele excitado várias vezes ao dia. Queria trepar com ela, queria chupa-la até ela gozar na sua boca, ele adorava fazer ela feliz, e sua língua cumpria muito bem esse papel, Ana ensinou direitinho como fazer e ele como bom aprendiz absorveu tudo que ela falava. Ana também gostava do de ser penetrada por ele, e gostava muito, e as vezes gostava de penetrar também.
Quando deu as sete o jantar estava servido e a hora de apanhar se aproximava. Ana então mandou que ele ficasse de baixo da mesa e a chupasse enquanto ela jantava. Esse será seu jantar hoje, aproveite vagabundo e faça direito. Ele adorou, mas sua buceta estava com cheiro de mijo, não que ele se importasse mas na ressaca seu enjoo foi pior, ela ria dele, e olhava em seus olhos enquanto ele fazia seu trabalho. Sacana. Ela sabia como castigar como ninguém. Então ela gozou e mandou ele pro quarto. Essa era a pior hora. Ele ficou lá, esperando, tenso, as horas não passavam nunca. Até que ela apareceu, linda como sempre, o tesão, o medo, a ressaca, tudo misturado em um só momento.
Vá buscar meu cinto. Ah não! O cinto não. Por favor! Mas não adiantava resmungar. Então foi, e ficou olhando o cinto por algum tempo, sabia que o castigo seria sério e muito doloroso. E demorou o bastante pra Ana reclamar. Antes da surra Ana como sempre explicou os motivos daquilo. Então ela o colocou em seu colo e começou a bater com suas mãos, depois tirou a cueca e pegou seu chinelo e bateu até sua bunda arder, então Paulo começou a reclamar, a surra doía mais na ressaca. Quando sua bunda já estava pegando fogo ela mandou ele se levantar e ficar na posição de apanhar com o cinto. Por favor, não, te imploro, Ana adorava sua suplicas, aquilo a deixava com muito tesão. Então ele deitou. Serão vinte cintadas, você vai contar cada uma delas em voz alta. Sim senhora. 1, 2, 3... Na décima ele chorava e suplicava, mas ela foi até o fim, com sua buceta doendo de tesão. No fim ele se ajoelhou e pediu desculpas. Ela o mandou pra sala, e o deixou de costas pra ela olhar as marcas na sua bunda enquanto saboreava um bom uísque e se masturbava feliz por aquele dia. Ele queria olhar, mas não podia, e ouvia sua bela mulher gemendo de prazer. Ele estava satisfeito com tudo. Só faltava mesmo gozar, até que Ana deu ordem pra que ele a penetrasse com força, do jeito que ela gostava. Então gozaram juntos e dormiram satisfeitos.
Quando chegou Ana lhe esperava na sala com cara de poucos amigos. No dia seguinte foi acordado as 7 da manhã com um belo balde de água fria, estava nú, dormindo no chão do quarto e sua bunda ainda ardia, não se lembrava da noite mas sabia que tinha apanhado e o castigo não havia terminado por ai, estava de ressaca, sua cabeça pesava uma tonelada e seu estômago parecia que iria sair pela boca, mas Ana era severa e não daria colher de chá. Sentiu um chute, levanta vagabundo, tem uma casa inteira te esperando pra faxina e quero meu almoço servido ao meio-dia, as sete tudo deve estar limpo, você de banho tomado e meu jantar na mesa, e depois teremos uma conversinha no quarto. Ordens dada, era hora de levantar e assumir as consequências de seus atos, sabia que a noite a surra viria, odiava apanhar mas entendia que era pro seu próprio bem, sabia que Ana o punia por que o amava e ele se sentia seguro com isso.
Passou o dia tenso, a ressaca o matava, o cansaço o consumia, o desejo ardia, o medo o alimentava. Ana o provocava o tempo todo, deixando ele excitado várias vezes ao dia. Queria trepar com ela, queria chupa-la até ela gozar na sua boca, ele adorava fazer ela feliz, e sua língua cumpria muito bem esse papel, Ana ensinou direitinho como fazer e ele como bom aprendiz absorveu tudo que ela falava. Ana também gostava do de ser penetrada por ele, e gostava muito, e as vezes gostava de penetrar também.
Quando deu as sete o jantar estava servido e a hora de apanhar se aproximava. Ana então mandou que ele ficasse de baixo da mesa e a chupasse enquanto ela jantava. Esse será seu jantar hoje, aproveite vagabundo e faça direito. Ele adorou, mas sua buceta estava com cheiro de mijo, não que ele se importasse mas na ressaca seu enjoo foi pior, ela ria dele, e olhava em seus olhos enquanto ele fazia seu trabalho. Sacana. Ela sabia como castigar como ninguém. Então ela gozou e mandou ele pro quarto. Essa era a pior hora. Ele ficou lá, esperando, tenso, as horas não passavam nunca. Até que ela apareceu, linda como sempre, o tesão, o medo, a ressaca, tudo misturado em um só momento.
Vá buscar meu cinto. Ah não! O cinto não. Por favor! Mas não adiantava resmungar. Então foi, e ficou olhando o cinto por algum tempo, sabia que o castigo seria sério e muito doloroso. E demorou o bastante pra Ana reclamar. Antes da surra Ana como sempre explicou os motivos daquilo. Então ela o colocou em seu colo e começou a bater com suas mãos, depois tirou a cueca e pegou seu chinelo e bateu até sua bunda arder, então Paulo começou a reclamar, a surra doía mais na ressaca. Quando sua bunda já estava pegando fogo ela mandou ele se levantar e ficar na posição de apanhar com o cinto. Por favor, não, te imploro, Ana adorava sua suplicas, aquilo a deixava com muito tesão. Então ele deitou. Serão vinte cintadas, você vai contar cada uma delas em voz alta. Sim senhora. 1, 2, 3... Na décima ele chorava e suplicava, mas ela foi até o fim, com sua buceta doendo de tesão. No fim ele se ajoelhou e pediu desculpas. Ela o mandou pra sala, e o deixou de costas pra ela olhar as marcas na sua bunda enquanto saboreava um bom uísque e se masturbava feliz por aquele dia. Ele queria olhar, mas não podia, e ouvia sua bela mulher gemendo de prazer. Ele estava satisfeito com tudo. Só faltava mesmo gozar, até que Ana deu ordem pra que ele a penetrasse com força, do jeito que ela gostava. Então gozaram juntos e dormiram satisfeitos.
domingo, 23 de outubro de 2016
A pele de vênus
Indico muito. Ótimo filme. Intenso demais.
Assistam, comentem.
https://www.youtube.com/watch?v=ZvTnyACKE-o
Assistam, comentem.
https://www.youtube.com/watch?v=ZvTnyACKE-o
Pequena Maldade
Acho que não há maldade pior que privação de orgasmo. E eu adoro fazer isso.
Alguns anos atrás tive um escravo desses que se entregam totalmente. Uma delicia de aventura. Pra mim, pra ele já não sei, talvez ele não esperasse tanta perversidade, mas, ficou, e ficou por algum tempo. Ele gostava muito de se masturbar, principalmente depois das surras ou depois de ser currado.
Então proibi ele de gozar, só iria gozar quando eu quisesse, se eu quisesse. Não gosto de cinto de castidade, ele tinha que se controlar e me obedecer. E não foi nada fácil. Isso rendeu muitas surras e outros castigos. E eu provocava, e muito. Uma noite peguei ele se masturbando e dei chicotadas em seu pau ainda duro que murchou rapidamente. Começamos com uma semana e fomos evoluindo. Eu adorava ver o pânico em seu rosto, o medo de não conseguir, a tentação de fazer. Mas ele conseguiu. Foi bem adestrado. Um dia ele teve que partir, mas me confessou baixinho antes de sair que nunca tinha tido orgasmos tão incríveis nas poucas vezes que deixei ele gozar.
Alguns anos atrás tive um escravo desses que se entregam totalmente. Uma delicia de aventura. Pra mim, pra ele já não sei, talvez ele não esperasse tanta perversidade, mas, ficou, e ficou por algum tempo. Ele gostava muito de se masturbar, principalmente depois das surras ou depois de ser currado.
Então proibi ele de gozar, só iria gozar quando eu quisesse, se eu quisesse. Não gosto de cinto de castidade, ele tinha que se controlar e me obedecer. E não foi nada fácil. Isso rendeu muitas surras e outros castigos. E eu provocava, e muito. Uma noite peguei ele se masturbando e dei chicotadas em seu pau ainda duro que murchou rapidamente. Começamos com uma semana e fomos evoluindo. Eu adorava ver o pânico em seu rosto, o medo de não conseguir, a tentação de fazer. Mas ele conseguiu. Foi bem adestrado. Um dia ele teve que partir, mas me confessou baixinho antes de sair que nunca tinha tido orgasmos tão incríveis nas poucas vezes que deixei ele gozar.
segunda-feira, 19 de setembro de 2016
Estou voltando!
Passei um tempo sem postar nada por aqui. Mas estou com saudades do blog e de escrever pra vocês. Então por esses dias vou postar um novo conto e algumas indicações de videos. Espero que o tempo seja meu companheiro e colabore comigo. Até breve.
quarta-feira, 30 de abril de 2014
Chineladas
Como os chinelos aqui me parecem ser os mais amados ai vai um conto novo pra vocês.
Há três anos atrás mais ou menos conheci Carlos, um homem alto, forte que adorava sentir sobre si o poder de uma mulher. Nos conhecemos em um chat BDSM e começamos a nos corresponder por e-mail. Ele morava em São Paulo e eu no Rio, mas isso não impediu que nossas sessões se realizassem. Dos e-mails passamos aos telefonas e por fim o primeiro encontro.
Carlos não tinha muita experiência, tinha sido casado com uma mulher que o controlava dentro de um casamento baunilha, também se lembrava com carinho dos chinelos de sua mãe que sempre esquentavam sua bunda, era um homem que precisava se sentir controlado e sabia que precisava ser punido pelas suas atitudes, mas durante seu casamento sentia que faltava algo, ele aprontava com sua esposa não porque queria sacanear ela mas porque buscava punição mas ela mesmo sendo controladora nunca entendeu aquele desejo secreto de seu marido e assim o casamento chegou ao fim.
Nos encontramos em um bar antes de ir ao hotel onde ele estava hospedado, na minha bolsa alguns pares de chinelo, uma rasteira de couro cru e uma surpresinha final. Antes de partir tomei um uísque e conversamos sobre as malcriações de Carlos durante aquela semana antes do nosso encontro eu havia passado uma lista de regras que não deveriam (ou deveriam) ser desobedecidas por ele. Algumas ele respeitou mas a maioria não e isso lhe renderia uma boa surra, ele sabia disso e pude perceber o medo invadindo sua mente, eu apenas olhava animadíssima com tudo aquilo.
Chegando no hotel me sentei em uma poltrona e ele ficou em pé diante de mim ouvindo meu sermão sobre as regras quebradas, ele pedia desculpas mas sabia que não iria adiantar. Mandei que tirasse a roupa, ele corou, ele se deu conta que tirar as roupas na frente de uma desconhecida e apanhar que nem criança era humilhante demais, lembrou-se então da sua mãe e o dia em que ele apanhou pelado na frente da família toda, ele tinha sido humilhado mas estranhamente algo o agradava naquela situação. Ele começou a tirar as roupas lentamente por medo e vergonha, mas pra mim tudo isso fazia parte de uma cena que me exitava muito. Eu então o observava e ele quase chorando pedia que eu não fosse muito severa. Depois pedi que ele pegasse minha bolsa e tirasse os chinelos e a sandália de couro, mas que não retirasse do bolso da frente minha surpresa final. Ele foi tirando um a um, aquilo foi deixando ele cada vez mais exitado, mandei que se levantasse e seu pau estava duro. Perguntei se ele estava gostando daquilo e ele gemeu que sim, então olhei pra ele e disse que queria ver se seu pau ainda estaria daquele jeito no final.
Peguei um dos chinelos, era uma bela havaiana rosa,dei uma chinelada de leve em seu pau que estava duro, deitei em meu colo e comecei a sessão, sabia que no começo ele iria gostar da sensação, então quando cansava de uma mandava ele ir buscar outra e assim foi, ele experimentou vários de meus chinelos, sua bunda estava vermelha, ele reclamava e pedia desculpas mas ele ainda não tinha chorado, e eu então lhe avisei que aquela surra seria mais severa, então ele pegou a rasteirinha de couro. Eu bati com força, dei várias palmadas nele, Carlos agora se contorcia de dor, chorava e jurava não quebrar mais as regras. Mas eu estava determinada em lhe dar uma boa lição, quando nos conhecemos ainda não sabia se eu iria utilizar a surpresa que havia trazido comigo mas depois de saber as regras quebradas e diante de seu exitamento não tive dúvidas. Tirei ele de cima de mim e mandei ele deitar na cama com a bunda empinada com a ajuda dos travesseiros, ele não sabia o que estava por vir e me implorava pra não apanhar mais, quanto mais ele implorava e chorava mais aumentava minha excitação na cena. Então peguei meu cinto e dei uma 15 cintadas doloridas nele, acho que durante a sua vida o cinto nunca tinha sido utilizado, aquilo era novo, ele odiava, mas amava ao mesmo tempo, sabia que as surras agora seriam mais severas do que quando era criança. Ele chorava e saia da posição, então eu perguntava se ele estava gostando ele disse que não, então avisei que nas nossas sessões sempre haveria um item surpresa e eu usaria sempre que achasse necessário. Quando terminei mandei ele se ajoelhar de frente a parede e me servi de um uísque enquanto observava meu trabalho estampado em sua bunda. Fui embora e deixei para ele um par dos meus chinelos para que se lembrasse daquele momento, ele adorou e sempre que nos encontrávamos ele ficava com um par com a data e minhas iniciais marcadas. Sabia que ele usava pra se masturbar mas também pra lembrar de minha autoridade sobre ele. Quanto as surpresas as vezes usava outras não, mas ele experimentou colher de pau, vara de goiabeiras entre outros que eu gostava de usar quando ele merecia.
Nos encontramos algumas vezes, até o dia que ele foi embora pra longe, ainda nos falamos por uns tempos e os chinelos ainda estão com ele, ele sempre dizia que é a melhor coisa que já colecionou na vida, surras, lembranças, marcas e meu chinelos.
Há três anos atrás mais ou menos conheci Carlos, um homem alto, forte que adorava sentir sobre si o poder de uma mulher. Nos conhecemos em um chat BDSM e começamos a nos corresponder por e-mail. Ele morava em São Paulo e eu no Rio, mas isso não impediu que nossas sessões se realizassem. Dos e-mails passamos aos telefonas e por fim o primeiro encontro.
Carlos não tinha muita experiência, tinha sido casado com uma mulher que o controlava dentro de um casamento baunilha, também se lembrava com carinho dos chinelos de sua mãe que sempre esquentavam sua bunda, era um homem que precisava se sentir controlado e sabia que precisava ser punido pelas suas atitudes, mas durante seu casamento sentia que faltava algo, ele aprontava com sua esposa não porque queria sacanear ela mas porque buscava punição mas ela mesmo sendo controladora nunca entendeu aquele desejo secreto de seu marido e assim o casamento chegou ao fim.
Nos encontramos em um bar antes de ir ao hotel onde ele estava hospedado, na minha bolsa alguns pares de chinelo, uma rasteira de couro cru e uma surpresinha final. Antes de partir tomei um uísque e conversamos sobre as malcriações de Carlos durante aquela semana antes do nosso encontro eu havia passado uma lista de regras que não deveriam (ou deveriam) ser desobedecidas por ele. Algumas ele respeitou mas a maioria não e isso lhe renderia uma boa surra, ele sabia disso e pude perceber o medo invadindo sua mente, eu apenas olhava animadíssima com tudo aquilo.
Chegando no hotel me sentei em uma poltrona e ele ficou em pé diante de mim ouvindo meu sermão sobre as regras quebradas, ele pedia desculpas mas sabia que não iria adiantar. Mandei que tirasse a roupa, ele corou, ele se deu conta que tirar as roupas na frente de uma desconhecida e apanhar que nem criança era humilhante demais, lembrou-se então da sua mãe e o dia em que ele apanhou pelado na frente da família toda, ele tinha sido humilhado mas estranhamente algo o agradava naquela situação. Ele começou a tirar as roupas lentamente por medo e vergonha, mas pra mim tudo isso fazia parte de uma cena que me exitava muito. Eu então o observava e ele quase chorando pedia que eu não fosse muito severa. Depois pedi que ele pegasse minha bolsa e tirasse os chinelos e a sandália de couro, mas que não retirasse do bolso da frente minha surpresa final. Ele foi tirando um a um, aquilo foi deixando ele cada vez mais exitado, mandei que se levantasse e seu pau estava duro. Perguntei se ele estava gostando daquilo e ele gemeu que sim, então olhei pra ele e disse que queria ver se seu pau ainda estaria daquele jeito no final.
Peguei um dos chinelos, era uma bela havaiana rosa,dei uma chinelada de leve em seu pau que estava duro, deitei em meu colo e comecei a sessão, sabia que no começo ele iria gostar da sensação, então quando cansava de uma mandava ele ir buscar outra e assim foi, ele experimentou vários de meus chinelos, sua bunda estava vermelha, ele reclamava e pedia desculpas mas ele ainda não tinha chorado, e eu então lhe avisei que aquela surra seria mais severa, então ele pegou a rasteirinha de couro. Eu bati com força, dei várias palmadas nele, Carlos agora se contorcia de dor, chorava e jurava não quebrar mais as regras. Mas eu estava determinada em lhe dar uma boa lição, quando nos conhecemos ainda não sabia se eu iria utilizar a surpresa que havia trazido comigo mas depois de saber as regras quebradas e diante de seu exitamento não tive dúvidas. Tirei ele de cima de mim e mandei ele deitar na cama com a bunda empinada com a ajuda dos travesseiros, ele não sabia o que estava por vir e me implorava pra não apanhar mais, quanto mais ele implorava e chorava mais aumentava minha excitação na cena. Então peguei meu cinto e dei uma 15 cintadas doloridas nele, acho que durante a sua vida o cinto nunca tinha sido utilizado, aquilo era novo, ele odiava, mas amava ao mesmo tempo, sabia que as surras agora seriam mais severas do que quando era criança. Ele chorava e saia da posição, então eu perguntava se ele estava gostando ele disse que não, então avisei que nas nossas sessões sempre haveria um item surpresa e eu usaria sempre que achasse necessário. Quando terminei mandei ele se ajoelhar de frente a parede e me servi de um uísque enquanto observava meu trabalho estampado em sua bunda. Fui embora e deixei para ele um par dos meus chinelos para que se lembrasse daquele momento, ele adorou e sempre que nos encontrávamos ele ficava com um par com a data e minhas iniciais marcadas. Sabia que ele usava pra se masturbar mas também pra lembrar de minha autoridade sobre ele. Quanto as surpresas as vezes usava outras não, mas ele experimentou colher de pau, vara de goiabeiras entre outros que eu gostava de usar quando ele merecia.
Nos encontramos algumas vezes, até o dia que ele foi embora pra longe, ainda nos falamos por uns tempos e os chinelos ainda estão com ele, ele sempre dizia que é a melhor coisa que já colecionou na vida, surras, lembranças, marcas e meu chinelos.
domingo, 16 de fevereiro de 2014
Segunda Enquete
A segunda enquete que fiz sobre o que mais faz falta no BDSM ficou assim
1º - Contatos reais
2º - Lugares especializados
3º e 4º - Seriedade e Grupos BDSM
Obrigada a todos que participaram. Já já coloco uma nova enquete.
1º - Contatos reais
2º - Lugares especializados
3º e 4º - Seriedade e Grupos BDSM
Obrigada a todos que participaram. Já já coloco uma nova enquete.
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
Uma lição sobre o prazer
Dedicado aos meus amigos dominadores e suas submissas.
Eu sempre fui muito dedicada ao meu querido dono, a única coisa que não aceitava é que outra mulher me tocasse. Mas tive uma lição pra nunca mais esquecer.
Certa noite meu dono chegou em casa muito sério e com a ar
de mistério. Me pegou pelos cabelos, me prendeu em pé pelas mãos e pés e me
vendou, na hora achei que tivesse feito algo errado e iria apanhar, perguntei o
que estava acontecendo e levei um tapa bem forte no rosto como resposta, sabia
que não devia perguntar e apenas confiar em meu dono.
Ele saiu e me deixou sozinha por um tempo, não sei por quanto
tempo mas podia ouvir meu dono conversando animadamente na sala. De repente a
porta se abriu e senti alguém se aproximar de mim, uma mão começou a percorrer
meu corpo tremulo, mas não eram as mãos de meu dono, era muito delicada e o
toque suave. Depois senti algo gelado pelo meu corpo, uma lamina que cortou
minha calcinha, e depois a camiseta que eu estava usando,senti medo e tesão,
estava com alguém desconhecido, mas confiava no meu dono estava completamente
nua e exposta diante de alguém que nunca tinha visto, aquilo tudo me excitava,
minha buceta estava molhada, queria gozar afinal já tinha três semanas que eu
estava proibida de gozar pelo meu dono, e ele sabia que eu estava louca de
vontade, as mãos misteriosas agora percorriam meu corpo com mais intensidade e
as mãos se revessavam com a língua, de repente ouvi meu dono perguntar se eu
estava gostando, respondi gemendo que sim. Então tudo parou e eles se retiraram
por alguns instantes, foi então que senti a primeira de muitas palmadas com um
cinto de couro, contei umas trinta palmadas até começar a chorar e pedir que
ele parasse, ele parou, me soltou, quis tirar a venda, mas ele não deixou me
pegou novamente pelos cabelos e me amarrou na cama com as pernas abertas
deixando minha buceta bem amostra, então as mãos misteriosas começaram
novamente a percorrer meu corpo, senti língua e dentes em meus seios, depois
foi descendo até minha buceta, fiquei louca e quando estava quase gozando ela
parou e implorei para que continuasse, mas ao invés disso senti algo quente em
meu corpo, era a cera da vela que respingava em mim. Enquanto isso um vibrador
foi colocado em buceta, outro no grelo e foram ligados juntos enquanto meu dono
e a outra pessoa chupavam meus seios, gozei e gozei de novo, depois disso
implorava pra que parassem, mas eles continuaram por um tempo, me sentia pressa
e não podia sair e quando já não aguentava mais eles pararam e meu dono me
soltou me colocou sentada na cama e perguntou se eu havia gostado, respondi que
sim, ele tirou a venda e diante de mim estava uma linda mulher, uma dominadora
que meu dono havia conhecido a pouco tempo. Fiquei brava no primeiro momento
por ele não ter me dito nada sabendo que eu não concordaria e ao mesmo tempo
feliz por ter tido aquela experiência tão diferente que me fez gozar loucamente,
mas minha felicidade durou pouco, ele me colocou deitada na cama com a bunda
bem arrebitada pegou o cinto me deu umas trinta palmadas minha bunda ficou em
chamas e enquanto eu chorava ele me dizia que era pra eu aprender a confiar
nele.
Ele e a dominadora foram pra sala e eu fiquei lá pensando na
lição que havia aprendido naquela noite, o prazer não depende de rosto nem sexo
e sim de toque, quando a pessoa sabe tocar, chupar é sempre capaz de dar prazer
ao outro.
Mais tarde meu dono voltou me colocou no colo e acariciou
meus cabelos até que eu dormisse em seus braços. Depois daquele dia ele sempre
fazia uma surpresa como essa, as vezes me mostrava o rosto de quem me tocou as
vezes não, mas eram sempre noites excitantes e surpreendentes.
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
Não
se choque com minha liberdade, não pense que sou devassa só porque me
entrego aos prazeres da carne, não critique meus modos, minhas
tatuagens, meu visual, minha opção sexual, não me perturbe por meu
cigarro, minha bebida, minhas drogas, não me venha impor seus dogmas,
seus deuses sua falsa moral, não se espante se eu simplesmente não faço
nem quero fazer parte dessa sociedade.
Não jogue sua hipocrisia, frustração e inveja em cima de mim. Todos nascemos livres, não me culpe se você escolheu viver em uma prisão e renegou a própria essência.
No fim somos todos iguais, vivendo uma única vida.
Não jogue sua hipocrisia, frustração e inveja em cima de mim. Todos nascemos livres, não me culpe se você escolheu viver em uma prisão e renegou a própria essência.
No fim somos todos iguais, vivendo uma única vida.
quinta-feira, 13 de junho de 2013
Enquete
A primeira enquete que fiz perguntei sobre o que vocês mais gostavam no BDSM. E ficou assim
1º Spanking
2º Humilhações
3º Podolatria
4º Empatados - Inversão e Bondage
5º Outros
Aproveitem e respondam a nova enquete e digam nos comentários que outros seriam esses...
1º Spanking
2º Humilhações
3º Podolatria
4º Empatados - Inversão e Bondage
5º Outros
Aproveitem e respondam a nova enquete e digam nos comentários que outros seriam esses...
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