Site dedicado a contos e histórias reais com o tema BDSM. Só para pessoas adultas. Pedofilia é um crime repugnante e não será tolerado aqui. Quem quiser me mande histórias pelo e-mail (dominadoracf@hotmail.com) e depois de avaliado eu publicarei aqui, dando o devido credito ao autor. Criticas desde que construtivas serão bem-vindas assim como elogios.
segunda-feira, 19 de setembro de 2016
quarta-feira, 30 de abril de 2014
Chineladas
Como os chinelos aqui me parecem ser os mais amados ai vai um conto novo pra vocês.
Há três anos atrás mais ou menos conheci Carlos, um homem alto, forte que adorava sentir sobre si o poder de uma mulher. Nos conhecemos em um chat BDSM e começamos a nos corresponder por e-mail. Ele morava em São Paulo e eu no Rio, mas isso não impediu que nossas sessões se realizassem. Dos e-mails passamos aos telefonas e por fim o primeiro encontro.
Carlos não tinha muita experiência, tinha sido casado com uma mulher que o controlava dentro de um casamento baunilha, também se lembrava com carinho dos chinelos de sua mãe que sempre esquentavam sua bunda, era um homem que precisava se sentir controlado e sabia que precisava ser punido pelas suas atitudes, mas durante seu casamento sentia que faltava algo, ele aprontava com sua esposa não porque queria sacanear ela mas porque buscava punição mas ela mesmo sendo controladora nunca entendeu aquele desejo secreto de seu marido e assim o casamento chegou ao fim.
Nos encontramos em um bar antes de ir ao hotel onde ele estava hospedado, na minha bolsa alguns pares de chinelo, uma rasteira de couro cru e uma surpresinha final. Antes de partir tomei um uísque e conversamos sobre as malcriações de Carlos durante aquela semana antes do nosso encontro eu havia passado uma lista de regras que não deveriam (ou deveriam) ser desobedecidas por ele. Algumas ele respeitou mas a maioria não e isso lhe renderia uma boa surra, ele sabia disso e pude perceber o medo invadindo sua mente, eu apenas olhava animadíssima com tudo aquilo.
Chegando no hotel me sentei em uma poltrona e ele ficou em pé diante de mim ouvindo meu sermão sobre as regras quebradas, ele pedia desculpas mas sabia que não iria adiantar. Mandei que tirasse a roupa, ele corou, ele se deu conta que tirar as roupas na frente de uma desconhecida e apanhar que nem criança era humilhante demais, lembrou-se então da sua mãe e o dia em que ele apanhou pelado na frente da família toda, ele tinha sido humilhado mas estranhamente algo o agradava naquela situação. Ele começou a tirar as roupas lentamente por medo e vergonha, mas pra mim tudo isso fazia parte de uma cena que me exitava muito. Eu então o observava e ele quase chorando pedia que eu não fosse muito severa. Depois pedi que ele pegasse minha bolsa e tirasse os chinelos e a sandália de couro, mas que não retirasse do bolso da frente minha surpresa final. Ele foi tirando um a um, aquilo foi deixando ele cada vez mais exitado, mandei que se levantasse e seu pau estava duro. Perguntei se ele estava gostando daquilo e ele gemeu que sim, então olhei pra ele e disse que queria ver se seu pau ainda estaria daquele jeito no final.
Peguei um dos chinelos, era uma bela havaiana rosa,dei uma chinelada de leve em seu pau que estava duro, deitei em meu colo e comecei a sessão, sabia que no começo ele iria gostar da sensação, então quando cansava de uma mandava ele ir buscar outra e assim foi, ele experimentou vários de meus chinelos, sua bunda estava vermelha, ele reclamava e pedia desculpas mas ele ainda não tinha chorado, e eu então lhe avisei que aquela surra seria mais severa, então ele pegou a rasteirinha de couro. Eu bati com força, dei várias palmadas nele, Carlos agora se contorcia de dor, chorava e jurava não quebrar mais as regras. Mas eu estava determinada em lhe dar uma boa lição, quando nos conhecemos ainda não sabia se eu iria utilizar a surpresa que havia trazido comigo mas depois de saber as regras quebradas e diante de seu exitamento não tive dúvidas. Tirei ele de cima de mim e mandei ele deitar na cama com a bunda empinada com a ajuda dos travesseiros, ele não sabia o que estava por vir e me implorava pra não apanhar mais, quanto mais ele implorava e chorava mais aumentava minha excitação na cena. Então peguei meu cinto e dei uma 15 cintadas doloridas nele, acho que durante a sua vida o cinto nunca tinha sido utilizado, aquilo era novo, ele odiava, mas amava ao mesmo tempo, sabia que as surras agora seriam mais severas do que quando era criança. Ele chorava e saia da posição, então eu perguntava se ele estava gostando ele disse que não, então avisei que nas nossas sessões sempre haveria um item surpresa e eu usaria sempre que achasse necessário. Quando terminei mandei ele se ajoelhar de frente a parede e me servi de um uísque enquanto observava meu trabalho estampado em sua bunda. Fui embora e deixei para ele um par dos meus chinelos para que se lembrasse daquele momento, ele adorou e sempre que nos encontrávamos ele ficava com um par com a data e minhas iniciais marcadas. Sabia que ele usava pra se masturbar mas também pra lembrar de minha autoridade sobre ele. Quanto as surpresas as vezes usava outras não, mas ele experimentou colher de pau, vara de goiabeiras entre outros que eu gostava de usar quando ele merecia.
Nos encontramos algumas vezes, até o dia que ele foi embora pra longe, ainda nos falamos por uns tempos e os chinelos ainda estão com ele, ele sempre dizia que é a melhor coisa que já colecionou na vida, surras, lembranças, marcas e meu chinelos.
Há três anos atrás mais ou menos conheci Carlos, um homem alto, forte que adorava sentir sobre si o poder de uma mulher. Nos conhecemos em um chat BDSM e começamos a nos corresponder por e-mail. Ele morava em São Paulo e eu no Rio, mas isso não impediu que nossas sessões se realizassem. Dos e-mails passamos aos telefonas e por fim o primeiro encontro.
Carlos não tinha muita experiência, tinha sido casado com uma mulher que o controlava dentro de um casamento baunilha, também se lembrava com carinho dos chinelos de sua mãe que sempre esquentavam sua bunda, era um homem que precisava se sentir controlado e sabia que precisava ser punido pelas suas atitudes, mas durante seu casamento sentia que faltava algo, ele aprontava com sua esposa não porque queria sacanear ela mas porque buscava punição mas ela mesmo sendo controladora nunca entendeu aquele desejo secreto de seu marido e assim o casamento chegou ao fim.
Nos encontramos em um bar antes de ir ao hotel onde ele estava hospedado, na minha bolsa alguns pares de chinelo, uma rasteira de couro cru e uma surpresinha final. Antes de partir tomei um uísque e conversamos sobre as malcriações de Carlos durante aquela semana antes do nosso encontro eu havia passado uma lista de regras que não deveriam (ou deveriam) ser desobedecidas por ele. Algumas ele respeitou mas a maioria não e isso lhe renderia uma boa surra, ele sabia disso e pude perceber o medo invadindo sua mente, eu apenas olhava animadíssima com tudo aquilo.
Chegando no hotel me sentei em uma poltrona e ele ficou em pé diante de mim ouvindo meu sermão sobre as regras quebradas, ele pedia desculpas mas sabia que não iria adiantar. Mandei que tirasse a roupa, ele corou, ele se deu conta que tirar as roupas na frente de uma desconhecida e apanhar que nem criança era humilhante demais, lembrou-se então da sua mãe e o dia em que ele apanhou pelado na frente da família toda, ele tinha sido humilhado mas estranhamente algo o agradava naquela situação. Ele começou a tirar as roupas lentamente por medo e vergonha, mas pra mim tudo isso fazia parte de uma cena que me exitava muito. Eu então o observava e ele quase chorando pedia que eu não fosse muito severa. Depois pedi que ele pegasse minha bolsa e tirasse os chinelos e a sandália de couro, mas que não retirasse do bolso da frente minha surpresa final. Ele foi tirando um a um, aquilo foi deixando ele cada vez mais exitado, mandei que se levantasse e seu pau estava duro. Perguntei se ele estava gostando daquilo e ele gemeu que sim, então olhei pra ele e disse que queria ver se seu pau ainda estaria daquele jeito no final.
Peguei um dos chinelos, era uma bela havaiana rosa,dei uma chinelada de leve em seu pau que estava duro, deitei em meu colo e comecei a sessão, sabia que no começo ele iria gostar da sensação, então quando cansava de uma mandava ele ir buscar outra e assim foi, ele experimentou vários de meus chinelos, sua bunda estava vermelha, ele reclamava e pedia desculpas mas ele ainda não tinha chorado, e eu então lhe avisei que aquela surra seria mais severa, então ele pegou a rasteirinha de couro. Eu bati com força, dei várias palmadas nele, Carlos agora se contorcia de dor, chorava e jurava não quebrar mais as regras. Mas eu estava determinada em lhe dar uma boa lição, quando nos conhecemos ainda não sabia se eu iria utilizar a surpresa que havia trazido comigo mas depois de saber as regras quebradas e diante de seu exitamento não tive dúvidas. Tirei ele de cima de mim e mandei ele deitar na cama com a bunda empinada com a ajuda dos travesseiros, ele não sabia o que estava por vir e me implorava pra não apanhar mais, quanto mais ele implorava e chorava mais aumentava minha excitação na cena. Então peguei meu cinto e dei uma 15 cintadas doloridas nele, acho que durante a sua vida o cinto nunca tinha sido utilizado, aquilo era novo, ele odiava, mas amava ao mesmo tempo, sabia que as surras agora seriam mais severas do que quando era criança. Ele chorava e saia da posição, então eu perguntava se ele estava gostando ele disse que não, então avisei que nas nossas sessões sempre haveria um item surpresa e eu usaria sempre que achasse necessário. Quando terminei mandei ele se ajoelhar de frente a parede e me servi de um uísque enquanto observava meu trabalho estampado em sua bunda. Fui embora e deixei para ele um par dos meus chinelos para que se lembrasse daquele momento, ele adorou e sempre que nos encontrávamos ele ficava com um par com a data e minhas iniciais marcadas. Sabia que ele usava pra se masturbar mas também pra lembrar de minha autoridade sobre ele. Quanto as surpresas as vezes usava outras não, mas ele experimentou colher de pau, vara de goiabeiras entre outros que eu gostava de usar quando ele merecia.
Nos encontramos algumas vezes, até o dia que ele foi embora pra longe, ainda nos falamos por uns tempos e os chinelos ainda estão com ele, ele sempre dizia que é a melhor coisa que já colecionou na vida, surras, lembranças, marcas e meu chinelos.
domingo, 16 de fevereiro de 2014
Segunda Enquete
A segunda enquete que fiz sobre o que mais faz falta no BDSM ficou assim
1º - Contatos reais
2º - Lugares especializados
3º e 4º - Seriedade e Grupos BDSM
Obrigada a todos que participaram. Já já coloco uma nova enquete.
1º - Contatos reais
2º - Lugares especializados
3º e 4º - Seriedade e Grupos BDSM
Obrigada a todos que participaram. Já já coloco uma nova enquete.
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
Uma lição sobre o prazer
Dedicado aos meus amigos dominadores e suas submissas.
Eu sempre fui muito dedicada ao meu querido dono, a única coisa que não aceitava é que outra mulher me tocasse. Mas tive uma lição pra nunca mais esquecer.
Certa noite meu dono chegou em casa muito sério e com a ar
de mistério. Me pegou pelos cabelos, me prendeu em pé pelas mãos e pés e me
vendou, na hora achei que tivesse feito algo errado e iria apanhar, perguntei o
que estava acontecendo e levei um tapa bem forte no rosto como resposta, sabia
que não devia perguntar e apenas confiar em meu dono.
Ele saiu e me deixou sozinha por um tempo, não sei por quanto
tempo mas podia ouvir meu dono conversando animadamente na sala. De repente a
porta se abriu e senti alguém se aproximar de mim, uma mão começou a percorrer
meu corpo tremulo, mas não eram as mãos de meu dono, era muito delicada e o
toque suave. Depois senti algo gelado pelo meu corpo, uma lamina que cortou
minha calcinha, e depois a camiseta que eu estava usando,senti medo e tesão,
estava com alguém desconhecido, mas confiava no meu dono estava completamente
nua e exposta diante de alguém que nunca tinha visto, aquilo tudo me excitava,
minha buceta estava molhada, queria gozar afinal já tinha três semanas que eu
estava proibida de gozar pelo meu dono, e ele sabia que eu estava louca de
vontade, as mãos misteriosas agora percorriam meu corpo com mais intensidade e
as mãos se revessavam com a língua, de repente ouvi meu dono perguntar se eu
estava gostando, respondi gemendo que sim. Então tudo parou e eles se retiraram
por alguns instantes, foi então que senti a primeira de muitas palmadas com um
cinto de couro, contei umas trinta palmadas até começar a chorar e pedir que
ele parasse, ele parou, me soltou, quis tirar a venda, mas ele não deixou me
pegou novamente pelos cabelos e me amarrou na cama com as pernas abertas
deixando minha buceta bem amostra, então as mãos misteriosas começaram
novamente a percorrer meu corpo, senti língua e dentes em meus seios, depois
foi descendo até minha buceta, fiquei louca e quando estava quase gozando ela
parou e implorei para que continuasse, mas ao invés disso senti algo quente em
meu corpo, era a cera da vela que respingava em mim. Enquanto isso um vibrador
foi colocado em buceta, outro no grelo e foram ligados juntos enquanto meu dono
e a outra pessoa chupavam meus seios, gozei e gozei de novo, depois disso
implorava pra que parassem, mas eles continuaram por um tempo, me sentia pressa
e não podia sair e quando já não aguentava mais eles pararam e meu dono me
soltou me colocou sentada na cama e perguntou se eu havia gostado, respondi que
sim, ele tirou a venda e diante de mim estava uma linda mulher, uma dominadora
que meu dono havia conhecido a pouco tempo. Fiquei brava no primeiro momento
por ele não ter me dito nada sabendo que eu não concordaria e ao mesmo tempo
feliz por ter tido aquela experiência tão diferente que me fez gozar loucamente,
mas minha felicidade durou pouco, ele me colocou deitada na cama com a bunda
bem arrebitada pegou o cinto me deu umas trinta palmadas minha bunda ficou em
chamas e enquanto eu chorava ele me dizia que era pra eu aprender a confiar
nele.
Ele e a dominadora foram pra sala e eu fiquei lá pensando na
lição que havia aprendido naquela noite, o prazer não depende de rosto nem sexo
e sim de toque, quando a pessoa sabe tocar, chupar é sempre capaz de dar prazer
ao outro.
Mais tarde meu dono voltou me colocou no colo e acariciou
meus cabelos até que eu dormisse em seus braços. Depois daquele dia ele sempre
fazia uma surpresa como essa, as vezes me mostrava o rosto de quem me tocou as
vezes não, mas eram sempre noites excitantes e surpreendentes.
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