quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

A disciplinadora e seu aluno

Carolina era uma mulher linda e autoritária que se formou professora, pois era viciada em disciplina.  Resolveu então que iria dar aulas em um colégio tradicional, quase um internato onde ainda se usava a tradicional punição inglesa. Sabia que lá se sentiria realizada cada vez que tivesse que surrar um de seus alunos.  
O único problema é que ela causava furor em seus alunos que babavam por ela, uma moça jovem com seus vinte e poucos anos e corpo escultural. Andava sempre bem arrumada, roupas serias, cabelos presos em um coque e seu óculos que davam um ar intelectual.
Gostava de usar o cane, sempre na sala diante de outros alunos como forma de humilha-los e pra que os outros aprendessem a lição. A maioria deles odiava aquilo, apesar de serem loucos por ela, choravam, imploravam, nada adiantava, aliás só aumentava o prazer dela em puni-los com mais rigor. Mas um aluno em especial chamava sua atenção, Carlinhos um menino de 18 anos aprontava quase sempre e apanhava quase sempre também. Não que ele gostasse das surras, eram bem doloridas, e ele sempre chorava, mas sua paixão por ela crescia a cada dia, e estranhamente ele gostava de provoca-la, de sentir sua fúria, e percebia nela o imenso prazer que ela tinha ao fazer aquilo. No começo ela nem percebeu a paixão que ele nutria, e nem percebeu o quanto aquilo mexia com ela, até que um dia tudo mudou.
Era sábado e os alunos iam sempre pra casa, e os professores também. Mas naquele fim de semana Carlinhos não foi ver seus pais e apareceu de surpresa na casa de Carolina que estranhou a visita. Ele então declarou seu amor por ela, e que estava disposto a servi-la, e ser disciplinado por ela do jeito que ela quisesse. Ela quis manda-lo embora mas já estava completamente envolvida com a ideia de ter um aluno só pra ela e o mandou entrar. Começou então a dar ordens e ele obedeceu sem questionar, lavou louça, cozinhou, fez faxina, tudo sobre o olhar atento de sua tutora que no final lhe deu uma dolorosa surra com um cinto de couro, uma surra como ele jamais tinha levado antes, e dizia que isso era só o começo, e que estava sendo punido pela ousadia de ter aparecido em sua casa, ele chorava, implorava pra que ela parasse, pedia perdão, mas nada adiantava, ela o surrava com gosto até que cansou e mandou então que ele dormisse no chão da sala e foi para o seu quarto sentindo um enorme tesão, nunca tinha sentido aquilo, não daquele jeito, gostava da disciplina, mas aquele dia foi diferente, se sentia como uma verdadeira disciplinadora, dando ordens que normalmente não daria na escola e sendo obedecida em tudo. Masturbou-se e nem percebeu que seu aluno a observava pela fresta na porta. No dia seguinte repetiram a dose. E repetiram quase todo final de semana. Na escola ela o humilhava dando surras na frente da classe sabia como ele se sentia, e aquilo foi a deixando cada vez mais excitada.
Um dia, depois de muitas sessões, ela o pegou espionando enquanto se masturbava, Carlinhos ficou apavorado, pois sabia que iria levar uma surra daquelas, mas pra sua surpresa ela o mandou entrar e o fez chupar sua buceta molhada de tanto tesão e gozou em sua boca, ele quis se masturbar ali mesmo mas ela o proibiu, ele só faria quando ela deixasse, agora ele também era seu escravo sexual,  ela foi a primeira mulher com que ele teve contato sexual, por isso mesmo foi obrigado a usar um cinto de castidade, agora sua disciplinadora estava cada vez mais cruel, e ele cada vez mais envolvido com tudo aquilo. O cinto de castidade o incomodava, mas toda vez que ela permitia que ele gozasse era uma explosão de prazer imenso como ele jamais havia sentido.
Nenhum dos dois tinham noção do que acontecia, as vezes se sentiam culpados com aquilo como se fizessem algo errado, mas sabiam que algo tão bom não podia parar. E assim seguiram suas sessões, sempre com novas descobertas, leram Sade, Masoch e se encantaram com aquele novo mundo que se abria diante deles. Experimentaram de tudo, novas torturas, psicológicas, físicas, joguinhos que começavam na escola e terminavam na cama. E assim seguiram suas vidas, felizes e sem medo de ser o que eram.  Carolina descobriu que a disciplina era muito mais que uma devoção, mas também um enorme prazer sexual, e Carlinhos realizou o que sempre fantasiou ter uma professora severa só pra si.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

2012

Feliz ano novo galera!!! Desejo a todos um 2012 intenso e cheio de emoções... Pois se o mundo acabar mesmo é importante ter vivido tudo que realmente importa, afinal esse pode não ser o seu último ano, pode ser o último dia, o último mês. Então o que importa é viver, ser livre, realizar o que quiser, experimentar, criar, conhecer, enlouquecer, se deixar levar. A vida não perde tempo, então por que perder o nosso? Faça com que cada dia valha a pena, sem arrependimentos.

Humilhações e Surras Na Fazenda

Atendendo a pedidos!

Tive que implorar há minha mãe que não me mandasse para a fazenda do meu tio naquele feriado. Mas sabia que não iria adiantar, fui pego fumando e aos 16 anos de idade e sem um pai pra me educar tinha me tornado um adolescente rebelde. Toda vez que precisava de disciplina minha mãe chamava o meu tio. Ele era terrível, batia forte sem dó, mas nunca tinha ido até sua fazenda. Não queria passar quatro dias a mercê desse homem, mas não teve outro jeito, na quarta a noite ele chegou pra me buscar. Estava no quarto enquanto ele e minha mãe conversavam. Queria fugir, mas seria pior, só ouvi minha mãe dizendo pra que ele fosse duro comigo, depois foi até meu quarto me buscar, ainda tentei convence-la de não me mandar pra lá, mas de nada adiantou.
Entramos no carro e havia um silêncio mortal, meu coração parecia que iria sair pela boca, nunca sabia o que podia acontecer se tratando do meu tio. Antes de chegarmos à fazenda ele parou na estrada e me fez descer do carro, me levou até o mato e começou a arrancar umas varas de uma arvore. E começou a me explicar que aquela vara era ótima pra uma bela surra e que minha bunda iria experimenta-la em breve, e ria enquanto eu só queria chorar.
Chegando à fazenda me mandou pro estabulo e disse que lá seria minha casa pelos próximos quatro dias, e ai de mim se fugisse de lá. Então fui direto pra lá. De manhã bem cedo fui acordado por ele que me deu um monte de ordens, serviços que eu deveria executar sob os olhos atentos do capataz da fazenda que vinha atrás de mim com um pequeno chicote de cavalo e toda vez que eu fazia algo errado ou parava pra descansar ele me dava uma lambada dolorida nas costas. No almoço me deram uma lavagem horrorosa pra comer, mas a fome era enorme então comi tudo. À noite meu tio foi até mim e mandou que eu tirasse a roupa com um cinto de couro nas mãos, chorei implorei, mas não adiantou meu tio me fez ficar de quatro e me deu uma surra dolorida, sem dó, eu chorava, gritava, tentei fugir e só piorei a situação. Então ele me explicou que seria assim todos os dias, menos no último, pois ele tinha uma surpresinha pra mim. Tremi, sabia que essas surpresinhas não eram nada agradáveis, lembrei-me da vara e chorei a noite toda. No dia seguinte tudo se repetiu, e meu tio veio à noite me dar uma nova surra e assim foram por três dias até que chegou o quarto e último dia que passaria lá. A parte da manhã e da tarde foram como os outros, mas a noite meu tio foi me buscar dessa vez sem o cinto, mandou a penas que eu retirasse toda roupa e o acompanhasse.
Na fazenda havia cerca de dez funcionários e funcionárias, e quando vi estavam todos reunidos, meu tio me levou até um tronco completamente pelado, tentei esconder meu pinto com as mãos, mas meu tio fazia questão que todos me vissem daquele jeito, fazia questão de me fazer passar vergonha diante de todos. Então começou seu discurso, disse quem eu era, o que havia aprontado e que como punição naquela noite eu iria levar uma surra diante de todos com vara de marmelo, e que na verdade todos iriam me bater também, que cada um poderia me dar cinco palmadas, e que depois levaria mais algumas dele também. Ajoelhei-me, estava morrendo de vergonha e medo, implorei ao meu tio que não fizesse aquilo. Ele disse que eu deveria ter pensado nisso antes de fazer besteira, que disciplina era necessário no meu caso e que iria apanhar para aprender a me comportar.  Então me amarrou no tronco, e o povo fez fila pra me bater. Chorei, tentava me proteger jogando o corpo para os lados já que as mãos estavam amarradas, chorava enquanto o povo ria depois meu tio ainda me deu trinta palmadas. Nunca me senti tão humilhado, logo depois meu tio me levou para casa da minha mãe que me deu um banho de salmoura, enquanto ouvia do meu tio suas técnicas de punição, minha mãe olhava apenas para ele com satisfação, e pelo seu olhar soube na mesma hora que aquela não seria nem a primeira nem a última vez que aconteceria isso comigo.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Primeira Vez

A mais ou menos dois anos e meio Paulo havia descoberto o BDSM. Descobriu meio que sem querer atraves de um video o seu desejo secreto de querer apanhar como uma criança levada. Não conseguia entender tamanha excitação diante dessa possibilidade. Quando criança nunca havia levado se quer um tapa da sua mãe. Mas aos vinte e poucos anos essa ideia começou a persegui-lo. No começo tentou negar esse desejo estranho, mas que parecia mais forte a cada dia, até um dia conheceu uma Domme e não pode mais perder tempo de se entregar.
No começo trocaram informações pelo computador. Conversavam horas pelo MSN. Paulo havia encontrado exatamente o que queria, uma disciplinadora. O que ele desejava era algo diferente dos outro subs com que teve contato, não era exatamente do mundo Femdom que ele corria atrás, e sim de uma disciplina severa estilo inglesa. A Domme com quem conversava gostava exatamente do mesmo, e reclamava sempre da falta de subs como ele, e ele da falta de disciplinadoras como ela. Sabendo que iriam se dar bem marcaram um encontro.
Paulo se sentia nervoso, ansioso e muito excitado com a possibilidade de apanhar pela primeira vez. Não sabia como seria, mais imaginava a cena várias vezes. Sabia que Carla a sua disciplinadora o entendia bastante, e por isso se sentia mais seguro. Queria que tudo fosse perfeito como nos videos que assitia pelo computador, cada detalhe da cena era importante durante a sessão.
Encontraram-se então no centro da cidade, em uma tarde calma. Tomaram uma cerveja, discutiram a sessão. Paulo estava mais nervoso ainda, olhava as mãos dela e imaginava elas descendo e subindo com força em sua bunda, e ficava imaginando se seria forte o bastante pra aguentar também umas chineladas. Carla parecia calma, parecia entender bem o que se passava na cabeça dele, e deixou tudo correr naturalmente. Sentindo-se seguro e ela também foram até um motelzinho onde poderiam fazer a cena tranquilhamente.
Já dentro do quarto o coração de Paulo parecia que iria explodir, sentia-se nervoso, enquanto Carla sentou-se e o observou por alguns instante sem nada dizer. Parecia se divertir com o nervosismo dele, e então com voz autoritária mandou que baixasse as calças e a cueca, e anunciou a tão esperada surra. Explicou que durante anos ele nunca havia levado a punição necessária para as suas malcriações que hoje seria o dia para isso. De repente Paulo foi tomado pela vergonha, não queria baixar as calças diante de uma estranha, e ainda por cima apanhar como criança, mas foi advertido de que a surra seria pior se enrolasse tanto. Então bem devagar foi baixando as calças e a cueca. Carla não parecia se importar nem um pouco com sua nudez, apenas a disciplina a interessava, mas ainda sim Paulo se sentia envergonhado diante daquela situação. Carla então sentou-se no sofá e bateu de leve duas vezes em sua propria coxa como se o chamasse pro castigo, ele então se colocou no colo dela para receber as palmadas prometidas.
Carla então acariciou sua bunda virgem e deu a primeira de muitas palmadas, a partir daquele momento Paulo sentiu que não tinha mais volta, não tinha pra onde fugir. Depois de algumas palmadas ele começou a tentar sair do castigo, tentou se proteger com as mãos, mas Carla era firme, e o segurava bem. E por ser tão malcriado Carla mandou que ele pegasse o chinelo e voltasse até lá para levar uma chineladas. Chorou, implorou, prometeu ser bonzinho, mas nada adiantou. Pegou o chinelo e nesse momento se sentia ainda mais nervoso, pensando se iria aguentar e quantas iria aguentar. Mas sabia que disciplina não era pra ser agradável e faria de tudo pra aguentar bem a surra. Entregou o chinelo e se pôs na posição no colo dela. Levou então uma sessão de chineladas fortes e sonoras. Então pediu clemência. Carla sabendo do significado mandou que ficasse de pé em frente a parede com a bunda de fora, enquanto ela observava sentada no sofá a sua obra e apreciava um bom uísque. Ele sabia que aquilo fazia parte da punição sentia-se humilhado e envergonhado com sua bunda exposta, e ela sentia-se satisfeita com toda a sessão. Depois despediram-se e combinaram novas sessão. Ela sabia que com o tempo ele aguentaria mais.
Paulo foi pra casa satisfeito, olhava no espelho a vermelhidão da sua bunda que antes era tão branca. Estava dolorida e queimando, mas tudo havia saido da maneira que planejava. Agora sentia-se excitado lembrando da cena, de cada detalhe, da vergonha, do choro, de ter implorado pra não apanhar, por tentar se proteger, tudo fazia parte de algo com ele sempre sonhara. Se masturbou pensando em tudo, desejando outra sessão, gozou como nunca. Era a primeira vez que realizava um desejo tão intimo. Ele sabia que agora fazia parte de um mundo secreto, e de onde jamais poderia sair. Mas sentia-se feliz por conhecer pessoas como ele e por ter tido coragem de realizar algo que o fazia feliz.

Baseado em fatos reais. Ou quase!

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Obrigada!

Em poucos meses o blog chegou a mais de mil visitas. Quero agradecer a todos os leitores.
Tenho recebido muitos elogios, e fico muito feliz. Quando fiz o blog nunca imaginei que cresceria tanto.
Bom, quero que fiquem a vontade, e se quiserem sugerir algum tema me escrevam, tentarei atender a todos.
E fiquem ligados em breve postarei novos contos e histórias.
Beijos e até mais! Rainha Severa.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Às avessas

Pra quem curte inversão, ai vai uma histórinha!
Carlos se sentia realmente humilhado e ainda muito assustado com tudo que havia acontecido naquela noite incomum. Mas também não podia negar que havia gostado muito daquilo tudo, aliás, não poderia mesmo que quisesse o seu gozo já o denunciara sem piedade.  
Aos 40 anos Carlos era um homem muito atraente e cheio de energia sexual, gostava de se cuidar e era muito vaidoso. Casou-se com Carla, uma menina tímida, quinze anos mais nova que ele. Carla era uma menina pra Carlos, mas aos olhos de seus amigos era tida como um mulherão, daquelas que arrasam na cama. Só Carlos que nunca reparava na sensualidade de sua mulher e na cama só fazia o básico, e também nunca quis saber das fantasias e desejos dela. Isso não quer dizer que ele não a amava muito pelo contrário, só que ele tinha aquela visão machista que a esposa é à esposa, e tem coisas que não se faz com elas, e por isso sempre deixava suas fantasias, taras e fetiches para as putas que ele pagava com certa frequência. Só que Carla não era nenhuma boba, e que já havia descoberto as traições de Carlos.
Há algum tempo Carla já desconfiava do marido, então resolveu segui-lo certa noite e foi quando viu ele na companhia de uma puta. Resolveu ali mesmo que iria se vingar, mas não seria uma vingança comum, se Carlos podia transar com algumas vadias pra se realizar ela iria realizar os seus desejos mais secretos também, e seria com ele.
Ao chegar em casa naquela noite de quarta depois do trabalho, Carlos estranhou pois não viu a mesa posta como de costume, foi até o quarto para ver se sua esposa estava bem mas não a encontrou só viu em cima da cama um bilhete que dizia, “tire a roupa e me aguarde na sala”, ficou espantado, nunca esperava aquilo de sua esposa, mas achou divertido e resolveu entrar na brincadeira, achando que seria alguma coisa meio boba da parte dela, alguma brincadeirinha que ela aprendeu em alguma revista ou na TV.
De repete ele olha e lá estava ela no corredor, com botas de cano longo, uma saia minúscula e um top, batom vermelho e olhos pintados, segurava um chicote nas mãos. Estava linda, sex, Carlos tremeu, nunca tinha percebido a mulher que tinha. Mas voltou a realidade e quis brigar com ela, o que é isso, tá parecendo uma puta, você é minha esposa, esbravejava Carlos. Mas ela sem dar muita importância e com muita autoridade começou o seu discurso, “você não gosta de putas? Então, só que hoje a puta aqui é você”. Ele então entendeu, ela havia descoberto tudo, Carla ainda ameaçou, ou você me obedece, ou pode pegar suas coisas e ir embora. Resolveu ficar, ele sabia que nunca viveria sem ela. Carla então começou uma sessão de humilhações e chicotadas. Carlos obedecia tudo o que ela mandava, beijava seus pés e quando ordenado foi lambendo o chão até o quarto. E aí estava por vir o ponto alto da noite.
Carla mandou que ele ficasse de quatro na cama, da mesma maneira que as putas ficavam pra ele, ficou assustado, não sabia o que estava por vir, quis questionar, mas levou uma bofetada na cara e umas chicotadas bem dolorosas. Então obedeceu. Carla então pegou um pênis de borracha não muito grande e fez seu maridinho de puta enfiando o pinto na boca dele e obrigando ele a chupar tudinho. “Você gosta de comer puta, né, mais hoje você é a vadia aqui, e eu vou fuder seu cú até você gozar”, ao ouvir essas palavras Carlos estremeceu, mas estranhamente sentiu um tesão enorme e deixou que sua esposa completasse sua vingança. Carla então lambuzou o pênis de borracha com a vaselina e introduziu no cúzinho da sua vadia que começou a rebolar pra ela. Ela foi ficando cada vez mais excitada com aquilo tudo e ele também, ele gemia sem parar, e gozou enquanto ela gritava, “então a putinha gosta, né”, depois que ele gozou Carla que já estava completamente louca de tesão fez com que Carlos a chupasse até ela gozar o que não demorou muito. Então ela se levantou e mandou que ele fosse dormir na sala, mas antes que ele saísse ela disse que agora era ela quem mandava naquela casa e aí dele se saísse da linha.
Carlos foi dormir no sofá, tinha seu orgulho de macho ferido, sua esposa havia conseguido sua vingança de uma maneira totalmente inusitada, mas mesmo assim se sentia feliz, nunca havia gozado daquela maneira, nunca havia se entregado de tal maneira a puta nenhuma, e estava feliz por poder fazer aquilo com a mulher que amava. Então mesmo humilhado ele havia aprendido a lição, e partir daquele momento ele se tornou inteiro com sua esposa e nunca mais precisou de mais ninguém.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Uma História - Duas Visões

Visão de um Sub
Lembro-me perfeitamente do dia em que conheci Ana, entrei na sala lá estava ela, linda, meiga e suave. Era minha nova professora na faculdade, dava aulas de psicanálise, mas apesar de seu jeito meigo e sua fala suave tinha um olhar penetrante um jeito determinado e independente, daquelas mulheres que sabem o que quer. Encantei-me no momento em que há vi, e sem perceber fui sendo dominado por ela a cada aula, a cada encontro.
Suas aulas eram incríveis, não sei se era minha visão fascinada ou se era ela mesma, mas eu a achava a pessoa mais inteligente do mundo. Não perdia uma aula, e sempre sentava na frente, mas no começo sempre que queria perguntar alguma coisa suava frio diante de sua grandeza. Depois de algumas aulas consegui perguntar mesmo gaguejando, e pra minha surpresa ela gostou da minha pergunta, disse que era bem conveniente. A partir daquele dia fiquei mais confiante e a convidei pra um chopp, da primeira vez recusou, disse que estava ocupada naquele dia, mas não desisti e da terceira vez ela topou e nos encontramos em um bar perto da faculdade. Conversamos, e cada minuto que passava me sentia mais dominado por ela, não sabia se ela tinha noção ou não, só sei que me dominava de uma maneira assustadora, nunca em minha vida tinha sentido isso por mulher nenhuma. No final paguei a conta e a levei em casa, queria entrar, mas ela disse não e me mandou embora.
Depois disso nossos encontros se tornaram frequentes, e cada pedido seu era como uma ordem pra mim, fazia tudo que me pedia com muita devoção. Mas sempre que chegávamos a casa dela ela me dispensava, mas isso só fazia minha devoção e desejo por ela aumentarem cada vez mais.
Um dia após a aula Ana me chamou em sua mesa e pediu que eu fosse a casa dela mais tarde, pois queria debater um trabalho que eu havia feito há alguns dias. Meu coração acelerou, minhas mãos gelaram e os minutos que se sucederam pareciam não ter fim, contava cada um deles esperando que as outras aulas terminassem logo pra encontra-la. Chegando lá me olhou com um olhar severo e com uma voz forte e decidida me mandou entrar e sentar na poltrona da sala, nem parecia à mesma Ana meiga e suave que eu conhecia, sem titubear fui logo obedecendo. Ela se sentou em minha frente, e estava mais linda que o normal, trajava uma saia até os joelhos, mas que deixava um pedaço de sua coxa amostra assim que cruzou as pernas, uma blusa branca com um decote em V, e uma sandália de salto alto, fui tomado por um louco desejo de me ajoelhar aos seus pés e beija-los em sinal de devoção, mas me contive e perguntei o que tinha acontecido.
Ela então me disse que ao ler meu trabalho havia se decepcionado muito comigo, achou um trabalho comum demais, e que esperava muito mais de mim, sabia que eu tinha potencial, mas que não usei. Pedi desculpas, queria reparar o erro. Ela então se levantou e ordenou que eu ajoelhasse aos seus pés e pedisse desculpas. Embora fosse meu desejo nunca imaginei que ela o faria olhei assustado, mas cai de joelhos e beijei seus pés, implorando perdão, e pedindo pra que ela fizesse o que desejasse comigo, pois eu pertencia a ela. Ela então me olhou como se soubesse que aquelas seriam exatamente minhas palavras e disse que eu seria punido pelo meu trabalho. Meu coração estava cada vez mais acelerado, e um prazer imenso inundava meu corpo, não sabia o que viria pela frente, mas o desconhecido me excitava bastante. Ela então mandou que me levantasse e tirasse a roupa e esperasse ali na sala por ela. Demorou um pouco até que ela voltasse e meu coração parecia querer saltar pela boca. Então ela surgiu com um cinto na mão e um olhar ainda mais sério, e perguntou pra mim se eu sabia o que estava prestes a acontecer, fiz que sim com a cabeça e mesmo que nunca tivesse acontecido algo parecido comigo me sentia pronto e excitado com aquilo tudo, e ao mesmo tempo sentia medo. Ela continuou falando, explicava o motivo de minha punição e eu apenas acenava com a cabeça, e às vezes dizia um sim senhora. Então se sentou na poltrona e mandou que eu deitasse sobre seu colo e começou a me dar palmadas com suas delicadas mãos que agora já não eram tão delicadas assim. Senti um misto de prazer e dor e não consegui segurar minha excitação evidente, então quando ela percebeu me mandou levantar e me disse com uma voz assustadoramente linda, “então está gostando né, vamos ver se você vai gostar disso então”, mandou que eu fosse até o quarto e deitasse de bruços na cama com dois travesseiros em baixo pra minha bunda ficasse bem evidente e empinada e começou a me surrar com o cinto, dizia que fazia aquilo pro meu próprio bem e perguntava se agora estava tão excitante quanto antes, e eu agora com lágrimas nos olhos pedia desculpas. Depois de algumas cintadas e de sentir minha bunda queimar ela parou e mandou que eu ficasse nu de frente pra parede da sala, enquanto ela sentada na poltrona tomava seu uísque e me observava em silêncio. Fiquei louco de tesão e dor, até que ela mandou que eu me vestisse e fosse embora. Cheguei em casa consumido pelo desejo e fui direto pro banho onde me masturbei e gozei como nunca. A partir daquele dia seria dela e de mais ninguém, me entreguei aos seus desejos e vontades, minha vida agora parecia fazer sentindo tendo uma senhora pra me guiar, disciplinar e cuidar de mim. Ela se tornou dona não só do meu corpo, mas de minha alma e meus desejos, e seria assim pra sempre enquanto durasse.
Visão de uma Domme
Desde muito nova sempre fui uma disciplinadora, sentia prazer absoluto em ver meu primo apanhando da mãe, sabia que a disciplina era um ato de amor aplicado por quem se importa e quer o bem. Então levei essa lição comigo pelo resto da vida, e principalmente pra minha vida sexual.
Quando conheci Paulo um jovem com seus vinte e poucos anos fiquei encantada com seu jeito, e pela minha experiência sabia exatamente o que ele queria e precisava, não seria muito difícil doma-lo, ainda mais pelo jeito que me olhava. Ele sempre sentava na frente, era um aluno inteligente e dedicado, mas tímido demais, e eu ficava apenas observando e vendo claramente os sinais que ele emitia sem nem perceber. Lembro-me do primeiro dia em que ele resolveu perguntar algo, uma pergunta boba de quem apenas quer ter algo a dizer, mas valorizei, pois sabia que aquilo faria diferença nos rumos que eu pretendia tomar. Tiro e queda, alguns dias depois quando se sentia mais confiante me chamou para um chopp, no principio recusei, inventei alguma desculpa qualquer, sabia que aquilo o deixaria mais obstinado em me procurar, e depois de algumas tentativas dele aceitei. Conversamos um pouco sobre a matéria, falamos algumas bobagens e ele parecia cada vez mais na minha. Pedi então que pagasse a conta e me levasse pra casa, e sem pensar duas vezes me obedeceu. Não deixei entrar, precisava que ele estivesse totalmente dominado por mim pra que algo acontecesse entre nós. E foi assim durante algum tempo, eu sabia que ele era um sub de primeira, e que logo seria meu, mas também sabia que ele nunca tinha tido nenhuma experiência nisso, então joguei com ele um jogo de sedução e dominação, e ele foi se envolvendo aos poucos em minha dança, ficando cada vez mais na minha. E no momento em que senti que ele já era meu o chamei pra ir à minha casa, uns dias antes ele havia me entregado um trabalho, estava bom mais não tanto, sei que ele tinha um potencial enorme e essa foi a minha deixa pra disciplina-lo.
Fui pra casa antes dele e me arrumei de uma maneira autoritária, mas muito sensual. Então ele chegou e eu agora agia com ele como sua Senhora e disciplinadora, e sabia que ele já estava preparado pra isso. Então me obedeceu sem titubear, e quando mandei que beijasse meus pés se assustou, nunca tinha passado por isso, mas sabia que naquele momento era o seu maior desejo. Então disse a ele que ele merecia uma disciplina, e mandei que tirasse a roupa e me aguardasse. Demorei algum tempo, sabia que essa demora faria com que a tensão aumentasse ele ficaria cada vez mais excitado e amedrontado. Depois de um tempinho apareci com um cinto na mão para que ele entendesse o que estava prestes a acontecer, falei algumas coisas com ele, e ele apenas balançava a cabeça e dizia sim senhora. Sentei em minha poltrona e o acomodei em meu colo, tinha uma bunda linda e branquinha perfeita pra uma surra, então comecei aplicando algumas palmadas com minha mão e fui aumentado o peso dela, mas sabia que aquilo apenas o excitaria como o excitou, por isso mandei que se levantasse e fosse até o quarto, agora sim aplicaria uma verdadeira disciplina. Depois que ele já estava na posição indicada comecei a bater em sua bunda e o tesão de antes virou dor, sua bunda agora estava vermelha, em brasas, ainda mais linda do que antes. Sabendo que era sua primeira vez não bati muito, ainda teria muito tempo pra adestrar meu novo sub. Então fiz ele ficar de cara pra parede com a bunda exposta pra mim, e fiquei ali bebendo meu uísque e o observando, tentando adivinhar o que se passava pela sua cabeça. Passado algum tempo mandei ele ir embora, mas não sem antes beijar meus pés e pedir desculpas a sua senhora.
Após ele sair fui tomar um banho e louca de tesão me masturbei lembrando da surra, gozei loucamente. E sabia que a partir daquele momento eu era a mais nova Senhora de Paulo, e que ele seria meu por inteiro. Eu não conquistei somente seu corpo, mas também sua alma e sua mente, ele agora era meu por completo pra realizar meus desejos e eu aos dele.
Conto Inspirado Nas Histórias Do Meu Novo Amigo Engenheiro Cat´s and Lovers!